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domingo, 21 de fevereiro de 2021

Defesa Civil Estadual envia ajuda humanitária para o Noroeste Fluminense

 

Defesa Civil Estadual envia ajuda humanitária para o Noroeste Fluminense

GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Rio de Janeiro, 21 de fevereiro de 2021

 Núcleo de Imprensa

Sedec-RJ envia ajuda humanitária para o Noroeste Fluminense

Secretário de Estado de Defesa Civil visitou a região afetada pelas chuvas

Em resposta às chuvas que atingiram o Noroeste Fluminense, o secretário de Estado de Defesa Civil, coronel Leandro Monteiro, visitou neste domingo (21.02) os municípios de Porciúncula e Natividade. A Sedec-RJ vai doar, em parceria com a LBV, integrante da Rede Salvar de Voluntários, cerca de 1,2 mil litros de água, 200 cestas básicas e carros-pipa para as famílias afetadas pela elevação do nível do rio Carangola.

- Sobrevoei a região, estive nas áreas mais críticas e me reuni com representantes da administração municipal. Passei o panorama completo da situação para o governador Cláudio Castro, que disponibilizou toda a ajuda necessária para atender as necessidades da população local e auxiliar no processo de reestruturação - afirmou o coronel Leandro Monteiro.  

Desde quinta-feira (18.02), agentes da Sedec-RJ percorrem os municípios da região, em apoio às prefeituras. Porciúncula foi a cidade com mais danos, até o momento. O Corpo de Bombeiros RJ também atua na localidade, realizando cortes de árvores e socorrendo pessoas atingidas pelos alagamentos. Não há, até o momento, informações sobre vítimas.

A Defesa Civil, por meio do Centro Estadual de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden-RJ), segue monitorando as condições meteorológicas e os níveis pluviométricos do território fluminense, enviando alertas para as regiões, em caso de riscos hidrológicos e geológico.

Fonte: Núcleo de Imprensa do Governo do Estado do Rio de Janeiro 

Defesa Civil Estadual envia ajuda humanitária para o Noroeste Fluminense


Defesa Civil Estadual envia ajuda humanitária para o Noroeste Fluminense


sexta-feira, 8 de abril de 2011

Tragédia em Teresópolis-RJ X Paranagua´-PR

Semelhanças nas tragédias?Trombas D´água 
A Natureza está se rebelando contra o "homem" e fenômenos raros , jamais vistos pela população brasileira estam acontecendo com mais frequencia e o MUNDO deve ficar em alerta!! Trombas d`águas,vendavais,furacões,tremores de terra....


Chuvas na região serrana
As fortes chuvas que atingiram os municípios da região serrana do Rio nos dias 11 e 12 de janeiro de 2011 provocaram enchentes e inúmeros deslizamentos de terra. As cidades mais atingidas foram Teresópolis, Nova Friburgo, Petrópolis, Sumidouro e São José do Vale do Rio Preto. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), choveu cerca de 300 mm em 24 horas na região.


A última tragédia ocorrida dia 12 de janeiro de 2011,na Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro deixou a população espantada com as várias descargas elétricas e trombas d`água ocorrida na região durante 3 horas.As descargas elétricas não eram normais,parecia um curto circuito na natureza.Tromba d'água enganou mapas de risco da Região Serrana, e áreas que não eram consideradas perigosas desmoronaram.
RIO - Um levantamento cartográfico feito pela Secretaria estadual do Ambiente e pelo Instituto estadual do Ambiente (Inea) mostra que os mapas de risco produzidos em 2007 e 2008 em Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis foram feitos em áreas nas quais não houve deslizamentos em 12 de janeiro passado. Para Flavio Erthal, presidente do Departamento de Recursos Minerais (DRM), órgão de serviços geológicos do estado do Rio de Janeiro, a tromba d'água que atingiu a Região Serrana , deve mudar a forma pela qual são classificadas as áreas de risco. De acordo com ele, áreas que não eram consideradas perigosas vieram abaixo.
Campo Grande-Teresópolis RJ

-11 de março de 2011-As cidades de Paranaguá e Morretes-PR decretaram estado de emergência, por conta dos estragos causados pela chuva que caiu no  litoral desde a noite de quinta-feira (10) e persistiu durante todo o dia.
Segundo a Defesa Civil, pelo menos 11.690 pessoas foram afetadas pela chuva e 4.594 tiveram que deixar suas casas. Morretes está sem abastecimento de água.
Paranaguá-PR

Casos semelhantes ou  parecidos estam impressionando moradores e estudiosos.O que está ocorrendo com o Planeta?Esperamos que casos como estes não caiam no esquecimento.


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